Certifique sua escola

Selo2A Certificação “Escola Digital Segura” é voltada para todas as instituições educacionais interessadas em aplicar as melhores práticas pedagógicas no uso das novas tecnologias e governança de TI, em conformidade legal com as leis brasileiras.

A partir de um processo orientativo de alunos, pais e professores, a iniciativa pioneira e de vanguarda no país, existente há mais de quatro anos, representa o resultado do trabalho contínuo em prol da melhoria do ensino e apoio social dentro de uma metodologia inovadora.

Basta agendar uma reunião presencial ou via web para apresentarmos como funcionam as etapas e procedimentos necessários para obter a certificação que atesta a adequação dos colégios na utilização de ferramentas tecnológicas para melhoria do ensino-aprendizagem.

Selo Escola Digital Segura

O Instituto iStart atua há mais de seis anos na disseminação de conhecimento sobre Ética e Segurança Digital, por meio de variadas ações que abrangem uma base de 450 escolas localizadas em diferentes partes do Brasil.

Um dos pilares deste trabalho é a certificação “Escola Digital Segura”, desenvolvida para apoiar as Instituições de Ensino no uso ético, seguro, saudável e legal dos recursos tecnológicos, dentro e fora da sala de aula. É um processo contínuo de capacitação, que envolve desde a atualização da documentação escolar até a realização de campanhas educativas de combate ao bullying e cyberbullying, em conformidade com a nova Lei nº 13.185/2015.

Mais de 50 instituições de ensino já obtiveram o certificado, o que representa o resultado do trabalho contínuo em prol da melhoria do ensino nas frentes de infraestrutura, melhores práticas de governança e regulamentação, formação pedagógica e apoio social para o uso da tecnologia, com indicadores extraídos de ISOs e de leis, criada pela Dra. Patricia Peck intitulada por Uso “3S” – Segura, Saudável e Sustentável.

A capacitação de professores, a realização de palestras para alunos e a promoção de ações de conscientização para ampliar a segurança em tecnologias digitais junto às famílias são algumas das etapas para obter a certificação. Os conteúdos abrangem principalmente os seguintes temas:
– Segurança Digital;
– Postura Ética nas Redes Sociais;
– Proteção de Identidade Digital;
– Proteção de Privacidade;
– Imagem e Reputação;
– Prática da Liberdade de Expressão com Responsabilidade
– Respeito aos Direitos Autorais.

Veja abaixo como funciona a progressão na obtenção do Selo:

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Na opinião da Dra. Patricia Peck Pinheiro, idealizadora do Instituto iStart, a Certificação “Escola Digital Segura” foi pensada justamente para favorecer a maior adoção de recursos educacionais tecnológicos, mas na medida certa, adequados às idades dos alunos, de acordo com a proposta pedagógica, atendendo ao propósito educativo, alinhado com o plano de ensino, aumentando assim tanto a proteção da Instituição de Ensino como de toda a comunidade escolar (alunos, professores, familiares, funcionários).

“Qualquer uso de recurso tecnológico nas escolas tem que estar associado a uma finalidade educativa, para estimular a aprendizagem. Ou a tecnologia na sala de aula está ali para ajudar, ou então está para atrapalhar, não existe meio termo. Por isso, a utilização indevida pode gerar desde dispersão do aluno até a ocorrência de outros incidentes como cyberbullying ou exposição demasiada de intimidade”, afirma a advogada.

Etapas para a Certificação
1º. Cadastramento > 2º. Recolhimento da taxa > 3º. Termo de Adesão > 4º. Diagnóstico Preliminar > 5º. Complementação > 6º. Conclusão

É importante destacar que cada Instituição pode obter de um a quatro Selos, com validade de um ano letivo, e que após esse período, podem ser renovados.  Os indicadores utilizados na avaliação estão interligados, ou seja, um é pré-requisito do outro, havendo uma lógica progressiva de evolução, na qual é necessário conseguir obter um para obter o posterior a ele, conforme a seguinte ordem:

1º. Nível TECNOLÓGICO
2º. Nível SOCIAL
3º. Nível NORMATIVO
4º. Nível PEDAGÓGICO

Para saber mais, acesse aqui nossos contatos!

As seguintes instituições já certificaram e se diferenciaram das demais:

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Legislação

Abaixo você confere as principais leis que impactam no uso de Recursos de Tecnologia de Informação e Comunicação:

• Lei Nº 13.185, de 06/11/2015 – Lei que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying);
• Lei nº 13.146/2015, de 06/07/2015 – Lei de Inclusão de Pessoa com Deficiência;
• Lei nº 12.846, de 1/8/2013 – Lei Anticorrupção;
• Lei nº 12.850, de 2/8/2013 – Lei de Provas Eletrônicas;
• Lei nº 12.965, de 13/4/2014 – Marco Civil da Internet;
• Lei nº 12.735, de 30/11/2012 – Legislação sobre Crimes Digitais;
• Lei nº 12.737, de 30/11/2012 – Legislação sobre Crimes Digitais;
• Lei nº 12.730, de 11/10/2007 – Lei que proíbe o uso telefone celular nos estabelecimentos de ensino do Estado, durante o horário de aula;
• Lei nº 10.406, de 10/1/2002 – Código Civil;
• Lei nº 9.609, de 19/2/1998 – Proteção da propriedade intelectual;
• Lei nº 9.610, de 19/2/1998 – Legislação sobre direitos autorais;
• Lei nº 9.394, de 20/12/1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
• Lei nº 9.296, de 24/7/1996 – Lei de Interceptação Telefônica;
• Lei nº 9.279, de 14/5/1996 – Direitos e obrigações relativos à propriedade industrial;
• Constituição da República Federativa do Brasil de 1988;
• Lei nº 8.078, de 11/9/1990 – Código de Defesa do Consumidor;
• Lei nº 8.069, de 13/7/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente;
• Lei nº 5.869, de 11/1/1973 – Código de Processo Civil;
• Decreto-lei nº 4.657, de 4/9/1942 – Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro;
• Decreto-lei nº 2.848, de 7/12/1940 – Código Penal;
• Decreto-lei nº 3.689, de 3/10/1941 – Código de Processo Penal;
• Decreto-lei nº 5.452, de 1/5/1943 – Consolidação das Leis do Trabalho